Hoje eu perdi uma grande amiga. Uma das melhores que eu tive na minha vida.
Ela chegou em um momento ruim e ajudou a apaziguar a situação. Foi fiel, mal humorada, divertida, companheira e inesquecível. Ela me ajudava a estudar para as provas mais difíceis da escola, estava presente para o que desse e viesse. Não pedia muito, não reclamava e sempre me escutava dizer as coisas mais absurdas do mundo.
Viu pessoas queridas chorarem e brigarem e, embora não dissesse uma palavra, emprestava um colo quentinho para confortar. Ficava preocupada quando alguém adoecia e sempre soube se comportar, entendo quando precisava ficar quietinha e quando podia bagunçar.
Adorava um “danoninho” como ninguém e não hesitava em pegar comida do meu prato se quisesse. Era metódica e fazia as mesmas coisas nas mesmas horas, nem que fosse às quatro da madrugada.
Ela era um pouquinho diferente da maioria das minhas amigas. Ela tinha longos pelos cinzas, brancos e pretos, orelhas pontudas, um rabo bem curtinho e só sabia dizer “miau”.
Mas ela era especial, um verdadeiro anjinho de quatro patas que caiu do céu e, depois de dez anos aqui na Terra, precisou voltar pro seu lugar. Talvez tenha chegado a hora de levar alegria para outras pessoas, a missão dela aqui já estava cumprida.
Foi em paz e dormindo, exatamente como ela mais gostava. E está deixando lindas lembranças, além de saudades, muita saudades.
Ela chegou em um momento ruim e ajudou a apaziguar a situação. Foi fiel, mal humorada, divertida, companheira e inesquecível. Ela me ajudava a estudar para as provas mais difíceis da escola, estava presente para o que desse e viesse. Não pedia muito, não reclamava e sempre me escutava dizer as coisas mais absurdas do mundo.
Viu pessoas queridas chorarem e brigarem e, embora não dissesse uma palavra, emprestava um colo quentinho para confortar. Ficava preocupada quando alguém adoecia e sempre soube se comportar, entendo quando precisava ficar quietinha e quando podia bagunçar.
Adorava um “danoninho” como ninguém e não hesitava em pegar comida do meu prato se quisesse. Era metódica e fazia as mesmas coisas nas mesmas horas, nem que fosse às quatro da madrugada.
Ela era um pouquinho diferente da maioria das minhas amigas. Ela tinha longos pelos cinzas, brancos e pretos, orelhas pontudas, um rabo bem curtinho e só sabia dizer “miau”.
Mas ela era especial, um verdadeiro anjinho de quatro patas que caiu do céu e, depois de dez anos aqui na Terra, precisou voltar pro seu lugar. Talvez tenha chegado a hora de levar alegria para outras pessoas, a missão dela aqui já estava cumprida.
Foi em paz e dormindo, exatamente como ela mais gostava. E está deixando lindas lembranças, além de saudades, muita saudades.





